FADIGA CAUSADA POR VIAGENS

FADIGA CAUSADA POR VIAGENS

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    Muitos médicos esportivos, treinadores e atletas estão prestando grande atenção para o problema da dessincronização dos ritmos circadianos, associados com vôos de longa distância aos locais de treinamento e competição, e é uma questão realmente importante que em breve irei explicar já que passei 10 anos na equipe nacional, viajando pelo mundo todo e agora continuo fazendo a mesma coisa. No entanto, além desse problema, há mais um que é praticamente imperceptível que aparece devido à combinação de fatores relacionados à preparação para o vôo, o próprio voo e a adaptação às novas condições - isso é "fadiga das viagens".

    "Fadiga causada por viagens" pode ter um impacto negativo sério no corpo do atleta, afetando adversamente sua saúde e desempenho tanto nos casos de vôos curtos, não associados a mudanças significativas nos fusos horários, quanto nas viagens de outros meios de transporte.

    Viagens e vôos são associados com muitas dificuldades e inconveniências aparentemente insignificantes que podem atrapalhar o estilo de vida habitual do atleta, afetar a eficácia do treinamento e, o que é pior ainda, as competições. Entre essas dificuldades: mudança na rotina diária, hábitos alimentares, locomoção ao aeroporto ou estação ferroviária, escolha  bem sucedida do vôo, escalas, espera, check-in, bagagem, alfândega e controle de passaporte, chegada a um novo local, adaptação às condições de vida, lugares de treinamento e competições. E mais uma vez, à primeira vista essas coisas parecem bem habituais, mas quando você está se preparando para as competições importantes - nada é irrelevante.

    Esses fatores resultam em irritabilidade, desorientação, dor de cabeça, ansiedade aumentada, insônia, fadiga, diminuição da eficiência. Todos estes sintomas podem não se manifestar ou ser diminuídos se pensados ​​com antecedência: preparação antecipada para o vôo, escolha adequada das roupas, alimentação saudável durante o vôo, descanso após a chegada ao local. Preparação para um vôo ou relocação, escolha bem pensada de vôos, roupas, partida para o aeroporto, permitem minimizar o impacto no atleta de todos os tipos de dificuldades que provocam a fadiga sem dar o espaço para a pressa e o pânico.

    A imobilidade durante vôos longos ou viagens de ônibus leva à má circulação sanguínea, especialmente nos membros inferiores. Para evitar qualquer efeito negativo, você deve andar pela sala de vez em quando, realizando vários exercícios dinâmicos e isométricos na cadeira e fazer curtas paradas se estiver de carro. Dormir é só recomendado caso o vôo estiver no horário noturno do ponto de chegada. Em todos os outros casos, dormir num avião ou ônibus não deveria acontecer.

    Obviamente, não dá para prever tudo, mas mesmo que o imprevisto aconteça, o atleta deve encontrar a força de vontade e mostrar o seu melhor resultado. Esta é a essência da preparação psicológica e da resistência a todos os fatores que atrapalham!

    Mas é possível minimizar os riscos de "fadiga causada por viagens", sim.

    O meu treinador costumava dizer que "4 coisas não podiam ser esquecidas para as competições: passaporte, tênis, arranco e arremesso!". Eu nao esqueço essa piada desde a minha infância.

    TRAIN TOGETHER – TRAIN RIGHT

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